sábado, 31 de dezembro de 2011

Consta para aí...

...que temos uma bebé linda. É verdade.

Vou emigrar... e vocês?

O grande Sérgio Godinho, numa das suas músicas, proclama que o "passado é um país distante"... emigremos, então, em 2012, para outras paragens. Para terras de esperança, de realismo, de rejeição do acessório e de real felicidade, que façam esquecer as agruras do "país" de 2011 e todos aqueles que proclamam o negativismo.

Boas entradas e boa emigração. Vamos fazer parte desta diáspora?...

As GV recomendam...

Aqueles que de vós queiram adquirir uma auto-indulgente última recordação de Natal, e a quem tenham sobrado uns euritos, têm neste item uma óptima escolha.

O CD triplo dos Ornatos Violeta é um mimo, para matar saudades dos senhores que, numa hora do demónio, cessaram actividade. Destaque para o terceiro CD com alguns inéditos.



"Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado
O travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia"

Dia Mau (Ornatos Violeta, O Monstro Precisa de Amigos - faixa 3)

Ele há coisas...

Para o Diário Insular, jornal do burgo terceirense, o acontecimento do ano é uma tourada realizada em Lisboa, por touros terceirenses. Isto está bonito, está.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Mariana: update Dezembro '11

Sim... estamos na fase Princesa da Tasmânia, em que a doçura da Princesa Mariana se mistura com o frenesim do Diabo da Tasmânia...




quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ups...

É ver este vídeo, por altura dos três minutos e cinquenta segundos...



E depois confrontar com este...


E depois, como diria Rick Perry, dizer: ups.

A beleza das coisas simples...

Na mensagem de Natal, por via electrónica, que enviei a alguns amigos e conhecidos, apeteceu-me brincar com um excerto do hino FMI de José Mário Branco...

Apeteceu-me desejar que, em 2012, consigamos fazer a troika tremer de medo por se ter metido com um país de poetas... O José, da notícia abaixo do jornal Público, já começou a fazê-lo e está de parabéns por isso.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

A Madeira de Jardim: Let the games begin...

Numa tira do genial Mordillo, uma bela representação simbólica dos últimos anos da Madeira. Boa sorte, madeirenses.

Não estará na altura de se chatearem uma coisinha com quem vos governa, em vez de projectarem tudo em tudo o resto que mexe?...


Querido, a morte mudou o Querido Líder...

Como se sabe, o ditador lunático e sanguinário da Coreia do Norte foi desta para melhor nos últimos dias, sem que o big brother das super-potências se tivesse apercebido* que o senhor tinha batido as Queridas Botas. Um problema para resolver para o regime totalitário? Nop... uma óptima oportunidade para os delírios mirabolantes dos propagandistas. O problema é que, na Coreia do Norte, tais delírios passam à prática, como realidades concretas. Algo que, segundo o Querido Bernardino Soares, faz todo o sentido. Sim, tal como os propagandistas, Bernardino Soares não se choca com o facto de algumas coisas que defende não resistirem ao teste com a realidade.

Pois bem... parece que a Natureza norte-coreana entrou num turbilhão emocional desde a morte do Querido Líder. Há desde vulcões em erupção, tempestades de gelo súbitas, garças a fazer vénias a estátuas, pombas a chorar baba e ranho e a limpar estátuas com um brio assinalável. Tudo destacado em parangonas pelos órgãos oficiais do Querido Regime.

Pois... Aguardo, pacientemente, que, depois do milagre da metamorfose constante da dívida regional, o Jornal da Madeira comece a anunciar os discursos de bolos do caco jardinistas, o choro lancinante da floresta laurissilva face às maldades perpretadas pelos bastardos do Continente e a baba e ranho que escorre dos telhados de colmo das casas de Santana, quando alguém profere a expressão "Lei das Finanças Regionais".


* O que, inequivocamente, aumenta a preocupação... se aqueles que se arrogam do estatuto de vigilantes do mundo não se apercebem da morte do Querido Líder, aperceber-se-ão da evolução do Querido movimento nuclear norte-coreano?...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Falta só uma etapa...

... para que se concretize um dos sonhos da vida de psilipe. Ver a Académica na final da Taça, no Jamor. Hoje chegámos às meias-finais, num jogo abrilhantado pela presença de psilipe. 

Emigrai, meu filhos... emigrai!

Num declaração proferida hoje, Pedro Passos Coelho referiu que confia que o País vai dobrar o cabo das tormentas em 2013... Seguidamente, aconselhou professores, psicólogos, enfermeiros, farmacêuticos, advogados, juristas, trolhas, freiras, picheleiros e cantoneiros a emigrar, o quanto antes, para a África do Sul para avistarem o País a passar daqui a dois anos...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Olha... férias a sério!

What the fuck?! Já não sabia o que era...

Depois de ver esta foto...


...tenho que me ausentar um pouco para praticar o auto-amor. E, esclareço, se estivesse o Vítor Gaspar e o Álvaro no lugar das moçoilas, faria exactamente o mesmo. Que beleza!

Ah... estando a chegar o Natal, se alguém quiser fazer o psilipe feliz, aqui fica uma bela dica. Vá lá...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Um grupo terapêutico natalício...

Deputado do PS cria/queria empréstimos SCUT!

Vice-presidente da bancada do PS disse que Portugal devia “marimbar-se” para os credores - Política - PUBLICO.PT

Penso ser útil fazer quatro comentários...

1 - Claramente, o senhor Pedro Nuno Santos é um seguidor de José Sócrates na área da política económica e da gestão da dívida, o que lhe assegura um cartão-de-visita na política nacional que, penso, não valer a pena descrever;

2 - Pedro Nuno Santos, o ideólogo dos empréstimos SCUT;

3 - Cheira-me que o Cobrador do Fraque anda a investigar a sua morada para futuras prováveis visitas;

4 - Esperemos que o homem esteja preparado para o aumento do spread que o empréstimo da sua casa vai sofrer, depois de alguém do seu banco ler esta peça.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Que coisa mai' linda

Como diria Jorge Jesus, numa mítica frase quando era um "simples" comentador, o futebol é "muitá lindo"... Um fantástico golo de Adrien Silva*.


* Estou a dizer o nome deste grande artista muito baixinho, não vá o Sporting, que o emprestou à Académica, reparar que o homem tem lugar mais do garantido no plantel do Sporting em Janeiro... Chiu...

"Readers Digest" por António Zambujo

psilipe dedica esta musiquita, à qual acha piada, a todos aqueles que vestem a pele do estereótipo do "funcionário público", estando, ou não, a trabalhar na Função Pública (seja lá isso, o que for, nos dias de hoje). Refira-se que a ideia lhe surgiu, depois de umas manhãs e tardes a trabalhar no computador nalguns cafés de Angra do Heroísmo...


Reader's Digest interpretado por António Zambujo

Quero a vida pacata que acata o destino sem desatino
Sem birra nem mossa, que só coça quando lhe dá comichão
À frente uma estrada, não muito encurvada atrás a carroça
grande e grossa que eu possa arrastar sem fazer pó no chão

e já agora a gravata, com o nó que me ata bem o pescoço
para que o alvoroço, o tremoço e o almoço demorem a entrar
quero ter um sofá e no peito um crachá quero ser funcionário
com cargo honorário e carga de horário e um ponto a picar

vou dizer que sim, ser assim assim, assinar a reader’s digest
haja este sonho que desde rebento acalento em mim
ter mulher fiel, filhos, fado, anel, e lua de mel em frança
abrandando a dança, descansado até ao fim

quero ter um t1, ter um cão e um gato e um fato escuro
barbear e rosto, pagar o imposto, disposto a tanto
quem sabe amiude brindar à saude com um copo de vinho,
saudar o vizinho, acender uma vela ao santo

quero vida pacata pataca gravata sapato barato
basta na boca uma sopa com pão com cupão de desconto
emprego, sossego, renego o chamego e faço de conta
fato janota, quota na conta e a nota de conto

vou dizer que sim ser assim assim assinar a reader’s digest
haja este sonho que desde rebento acalento em mim
ter mulher fiel, filhos, fado, anel, e lua de mel em frança
abrandando a dança, descansado até ao fim

O "Domingo Desportivo" da TVI...

... é igual a cocó.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Uma escolha difícil... um dilema...

Depois de ver o noticiário, não consigo definir o que é mais ridículo... Alberto João Jardim a proferir a enésima referência subliminar à independência da Madeira num comício* ou o mesmo personagem a entoar o Jingle Bells, num comício, com sotaque madeirense.

* Mas será que este homem não se farta disto?!

Serviço Nacional de Saúde: um filme de psilipe

Eis a versão melhorada do filme que publiquei, há uns dias, sobre o Serviço Nacional de Saúde


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Qual será o castigo para...

... alguém que ensina a sua filha, Mariana, que o menino que está no presépio se chama Menino Toninho, e não Menino Jesus?

Aceitam-se sugestões...

domingo, 4 de dezembro de 2011

E mais não digo...

psilipan?

Percebemos que algo deve ser revisto na utilização do nosso guarda roupa, quando, numa festa de anos de um miúdo de seis anos cheia de garotos, só existe uma pessoa de calções. E não, não era um dos miúdos, nem nenhuma das pessoas que não responde por psilipe.

Se a minha mãe tem visto... A patroa, para mal dos seus pecados, já se habituou às alturas em que psilipe se transforma em psilipan (psilipe + peter pan).

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Não há como ser claro!

Vale a pena ver este vídeo, em que, aos 18 segundos, André Villas Boas compara a situação actual do Chelsea, que enfrenta uma série negativa de resultados, com outro colosso do futebol europeu pelo qual AVB também passou...


Não há como estabelecer, sempre, adequadas relações de grandeza entre as coisas... Fica, mesmo, tudo mais claro.

Não comento...

sábado, 26 de novembro de 2011

Para quando uma liga fechada?

A Académica perdeu, hoje, em casa com o Beira-Mar por uma bola a zero... É o problema destes campeonatos em que as grandes equipas se cruzam com clubes regionais. Os jogadores das equipas grandes, aquelas que espetam três no vencedor da Liga Europa, não se motivam nestes jogos pequenos e acontecem estas surpresas...

Para quando um campeonato fechado em que os grandes clubes se cruzem, sem interferências dos pequenos clubes, esses parasitas futebolísticos de quem ninguém gosta, por quem ninguém torce? Para quando?...

domingo, 20 de novembro de 2011

Ok... prometo que fico por aqui!*


Retirado daqui: https://www.facebook.com/pages/Eu-vi-o-Porto-a-enfardar-3-da-Acad%C3%A9mica/291412540892692

* Fico por aqui é o caraças! Provavelmente, vou espera 41 anos por nova vitória sobre o Porto. Por isso...

"And now here is your moment of zen..."

Esta frase, habitualmente utilizada pelo genial e desconcertante John Stewart, poderia ser a introdução ao vídeo* da homilia realizada, hoje, pelo Bispo de Angra e dos Açores, na Sé de Angra, em que este vosso escriba foi citado por tal representante de Sua Santidade. E esta, hein?!


Senhora minha mãe, finalmente um motivo de orgulho católico!...

* Que, fatalmente, ninguém realizou...

Mais um Dueto Improvável... - IV

Fernando Madureira (cabecilha dos SuperDragões) e Vitor Pereira (futuro ex-treinador do FC Porto).



Taça de Portugal: psilipe gosta disso!

E quando parecia que não podia melhorar, eis senão quando acontece isto!

Parece uma montagem...

mas não é! Nice...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais um Dueto Improvável... - III

(Nota prévia: é mauzinho...)

Maddie e Rui Pedro.

(Estou, neste momento, a rezar um terço.)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mais um Dueto Improvável... - II

Mais uma sugestão para um Dueto Improvável: António Marinho Pinto e Paula Teixeira da Cruz!



"5, 6, 7, 8, 9, 10... I love you!"

A minha sugestão de Dueto Improvável...

Fazendo a ponte com o post anterior, retomo a campanha publicitária mais recente da Optimus, realmente bem conseguida.

E, vou mais à frente, sugerindo um novo Dueto Improvável: Duarte Lima e Olímpia Feteira!



Já os estou a imaginar... "One, two, three, four... Can I have a little more?!"

All together now... nos nossos ouvidos.

Há que reconhecer que a campanha de publicidade da Optimus está bem conseguida, possuindo potencial para revitalizar a marca (eterna subalterna da TMN e Vodafone). E o reflexo disso é que esta música não sai da cabeça de muita gente (basta aceder a uma qualquer rede social)...

Aqui fica o original da coisa, retirado do "Yellow Submarine", filme com os Beatles... Mal, por mal dá para conhecer o original do tirano que vos atormenta.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

A crise está quase a acabar, não é, Álvaro?

Parece que a montanha pariu um rato... Ou, melhor dizendo, parece que a crise pariu um Álvaro. Explico, segundo o Álvaro, esse porreiraço, em 2012 encontraremos o princípio do fim da crise. Ninguém diria. Pelos visto, ele diz.

Dando como adquirido que qualquer um de nós activa respostas ansiosas a situações e contextos que coloquem em causa os nossos recursos e competências, e constatando que a crise, em todas as suas facetas, constitui um cenário activador de ansiedade, receios e temores, o GV desempenha um serviço público.

No lado direito do template do GV passa a ser possível encontrar uma contagem decrescente para o final da crise, segundo o Álvaro*... Preparai as garrafas de espumante (duvido que haja guito para champagne)! Está quase!


* Pronto... o Álvaro apontou a data de 2012, não apontando, por esquecimento concerteza, a data concreta.  Portanto, teremos que seguir a sabedoria popular que diz que o mal se reparte pelas aldeias! Assim sendo, "rachamos" o ano ao meio e podemos constatar que o primeiro dia pós-crise será 1 de Julho de 2012!

Um Oscar para Otelo? Não...

Sempre que vejo, ou ouço, o Otelo Saraiva de Carvalho não consigo deixar de me lembrar de um inquérito de rua, daqueles à porta de uma qualquer universidade, em que uma jovem, quando questionada sobre quem seria tal personagem, respondeu que deveria ser um "hotel de cinco estrelas"...

Otelo é, sempre foi um homem de contradições, de contra-sensos, quasi-esquizofrénico nas opções e na gestão da sua imagem pública. Militar de carreira, mas eterno aspirante a actor (quem não se lembra da sua inquietante participação num vídeo supostamente erótico com Julie Sargeant...)*. Efectivamente, ainda em Moçambique, Otelo experienciou, de forma entusiasta, as artes dramáticas no Liceu, num movimento artístico pouco apreciado pelas suas hostes paternas, que viam nessa deriva artística um perigo para os planos que existiam para o jovem Otelo... Que, poucos anos depois, enceta uma carreira militar, marcada pela conturbação e, mais tarde, pelo lugar central, com o nome de código Oscar**, na Revolução de Abril.

Inevitavelmente, e justamente, Otelo torna-se um dos símbolos da Revolução dos Cravos, iniciando um percurso errático e, porque não dizê-lo, duvidoso e questionável, contrariamente a outros, como por exemplo, o Capitão Salgueiro Maia.

Enquanto homem de contra-sensos, ávido de um certo protagonismo dramático (nos palcos da opinião pública, quiçá à falta de concretização noutros palcos...), Otelo*** abdica de ser protagonista em momentos em que o podia fazer, capitalizando o apoio popular existente, e avança, desajeitadamente, em alturas em que a prudência, a racionalidade e a lógica o desaconselhavam. De facto, há que assumir que Otelo é a figura central da estratégia no Quartel da Pontinha no dia 25 de Abril, mas também o homem do COPCON, uma das partes beligerantes (ou quase) do 25 de Novembro de 1975 e, porque não dizê-lo, das FP-25 de Abril (cuja referência à Revolução na designação, ainda hoje não é esquecida, nem perdoada, por muitos militares...).

As recentes declarações de Otelo sobre a "facilidade" com que poderia ser realizado um novo 25 de Abril, num misto de ameaça velada com desejo anacrónico de protagonismo, demonstram, na plenitude, a personalidade de Otelo Saraiva de Carvalho e a forma como, progressivamente, vai delapidando e desonrando o seu estatuto de personagem histórica. Ao ponto de proferir declarações (provocações a suplicar uma resposta que pudesse alimentar uma escalada pública simétrica?) que mereceriam uma atenção devida por algumas instâncias deste país... Mas, isto sou eu que acho...

Otelo insiste em não perceber que as revoluções, as mudanças, o futuro de um país não é um mero jogo de computador, em que podemos desligar a máquina, quais miúdos traquinas e pouco resistentes à frustração, quando as coisas não correm de feição, quando não atingimos aquilo que perspectivámos, reiniciando a missão ao sabor da nossa vontade e do controlo que temos sobre o jogo. Otelo insiste em perceber que o seu tempo já acabou e que as opções que tomou, que a personagem confusa e contraditória que criou para si  mesmo perdeu o direito aos grandes palcos. E que se perdeu nas próprias contradições interiores e, quiçá, nas suas próprias frustrações mal resolvidas.

É que, porventura, e voltando ao início do post, Otelo quereria tudo menos, mais do que trinta anos depois do 25 de Abril, ser confundido com uma unidade hoteleira... Mas, e honrando a história e este episódio mais recente, há que sublinhar que os descontrolos da personagem que criou o condenam a pouco mais que isso.

O que lhe, nos vale é que a personagem está gasta, desacreditada e que há quem coloque as coisas em perspectiva, diminuindo os danos do rebelde (sem causa?). E aí, reconheça-se, a adequação das declarações e entrevistas de Vasco Lourenço, cruciais numa altura em que a mínima faísca pode desencadear consequências, pelo menos ao nível da opinião pública, imprevisíveis.

O que nos vale é que, nos dias de hoje, "Oscar" não mereceria muito mais que um Razzie...


Não deixa de ser uma suprema ironia o facto de o seu nome corresponder (pelo menos foneticamente) ao nome de uma peça de William Shakespeare.


** Mais uma extraordinária coincidência... Otelo, o aspirante a figura dramática, com um nome de código de um prémio para os melhores actores cinematográficos.


** O que faria dele um excepcional "biografado". Um dia, um dia...

PIB...

A nova definição (nacional) de PIB:
Provável

Implosão

Bombástica

A química orçamental...

Atendendo à previsível eternização da nossa saga pelos caminhos mais tortuosos da política orçamental, penso que ser seguro a afirmar que o símbolo químico do chumbo será alterado, a breve prazo e numa homenagem póstuma a Portugal, de Pb para PIB.

domingo, 13 de novembro de 2011

A vida é uma soda, diria o Fócrates...

Aqui há uns tempos, partilhei uma idiossincrasia da evolução da Mariana no domínio da linguagem... Após alguns dias, esclareço que o problema se adensa. Já vamos em três palavras (foca, vaca e fralda) que a Mariana transforma numa outra palavra, que contem duas vogais e duas consoantes, que é parecida com foca, que contém a vogal constante na palavra vaca e que contém a última consoante da palavra fralda... A a contagem continua? Esperemos que não...

sábado, 12 de novembro de 2011

Analfabetismo emocional?

E com uma simples imagem, obtida no site do DN, desfez-se um mito... Vitor Gaspar tem emoções. Ninguém diria...

E imaginar este diálogo? O que pode ter originado esta inusitada gargalhada?... Não deixa de ser interessante hipotetizar a troca de palavras... Alguém se arrisca?




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

De pequenino...

...se torce o pepino, lá diz o povo português. Ou, na visão do nosso Presidente da República, como diz o maior conjunto existente no mundo de guardadores de animais, de pastores laboriosos e madrugadores.

Não sabemos se, como refere o camarada Jerónimo, essa afirmação corresponde à sugestão de um regresso "salazarento" a um passado recente. Quem somos nós para questionar esta geração de políticos, cujas visões e opções nada tiveram a ver com o estado de caos económico-social para que caminhamos!

Mas sabemos que, enquanto pais, temos que preparar a miúda para uma realidade diferente, em que os objectivos irão ser diferentes e em que aquilo que se esperará de nós irá ser imprevisível, na linha daquilo que o nosso grande líder profetizou.

Estudos? Educação superior numa área ao gosto da Mariana? Projectar um futuro limitado unicamente pelo sonho e pela fé nas suas capacidades? Qual quê... Como somos bem mandados, vamos seguir a sugestão do nosso Presidente da República, esse arauto do optimismo e da fé na mudança nacional!

Vamos treinar a Mariana para a fina arte da Carpintaria. E já começámos! Não há tempo a perder...


Mariana: update Novembro '11

Sim... chamo-me Mariana. Sim... saio à mãe. Sim... sou gira. Sim... sou vou querer ter namorados, sair à noite e pedir o carro emprestado ao pai por volta de 2035.



terça-feira, 8 de novembro de 2011

E o circo continua...

Dia 9 de Novembro é o primeiro dia de mais um período de quatro anos de vexame para a Madeira e para os madeirenses. Que poderão assistir, de cadeirão, ao início do mesmo.

Funcionários públicos madeirenses têm tolerância de ponto para ver tomada de posse de Jardim | iOnline

Os últimos dias...

... da vida de psilipe podem ser, correctamente, caracterizados com a utilização de uma simples analogia.

Se psilipe for o SuperHomem, anda a guardar a kriptonite no bolso há uns dias jeitosos. Sem perceber, ao seu jeito, onde raio a colocou.

Chiça... Estará o bruxo de São Mateus disponível para uma consulta?...

domingo, 6 de novembro de 2011

Um organigrama de alguns dos meus parentes afastados...

A pedido do meu primo Benjamim (apaixonado pelas questões da Genealogia e responsável pelo facto de eu poder saber muitas coisas fantásticas do meu lado paterno), aqui fica uma imagem da família Correia Umbelino (cujos membros se cruzaram com irmãs da minha avó, em tempos idos). É também a este clã que pertence o meu primo, já falecido, Ezequiel Umbelino que chegou a ser Presidente da Académica, na década de 70 (no, felizmente, extinto Clube Académico de Coimbra).

A verdadeira história da criação dos Açores

Uma curta-metragem, realizada por Victor Descalzo, que explica porque é que os Açores são uma parte do Paraíso... Adorei o destaque dado à Ilha das Flores. Um mimo este vídeo...



Agradece-se ao amigo André, que me alertou para o vídeo.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Vermo-nos gregos... mesmo sem querer

Uma das expressões que, de vez em quando, acabamos por dizer quando alguma coisa se afigura de difícil resolução ou se encontra, mesmo, condenada ao insucesso, passa pela utilização verbal dos nossos amigos helénicos. Dizemos, nessas alturas, que "vou-me ver grego para acabar este trabalho" ou "vimo-nos gregos para conseguir chegar aqui"...

Nunca nada fez tanto sentido, atendendo à conjuntura actual. Vamo-nos ver gregos para dar a volta a isto... E temo que não diremos "parakàlo*" no final de tudo isto.

Kalimera** caos?

* Do que me lembro da minha passagem por lá, significa obrigado.
** Esta acho que quer dizer bom dia...

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

E o último que feche a porta e apague a luz?

Tenho saudades da Sardegna...


O sardo (dialecto em que o Coro Ortobene canta) é, foneticamente, lindo.

Resmas, paletes de vestígios egípcios na Terceira... será?...

Deambulando pela Internet, em busca de mais informações sobre as (pseudo)relações da Ilha Terceira com o Antigo Egipto, dei com um site relacionado com o Antigo Egipto, onde constato esta pérola... Reconhecem o nome?... 

Agora a sério, até porque não quero ficar conhecido como o arqui-inimigo de Fernanda Durão*, se a senhora descobriu tantos vestígios da sua teoria, porque não mostrá-los?... E, já agora, esclarece-se que a senhora em questão é jornalista, não sendo uma supra-sumo da ciência arquelógica e/ou antropológica como alguns terceirenses gostam de defender, desejosos de um argumento para engrandecer a ilha, como se tal fosse preciso...



* Muito embora esta história já me tenha valido ser abordado na rua... E sai uma saudação para o amigo DePadua!

sábado, 29 de outubro de 2011

Terceira: a Ilha do Ovo Cósmico - take 5

Aqueles que têm a triste sorte, ou que cumprem uma qualquer penitência, de acompanhar o meu pasquim informático há algum tempo, recordar-se-ão da saga de Fernanda Durão e da sua convicção inabalável de que a Terceira seria, na verdade, um território lendário para os Antigos Egípcios (a ilha do Ovo Cósmico), que a teriam ocupado muito tempo antes da chegada dos descobridores portugueses. Para tal, e usando ferramentas cientificamente inquestionáveis (o Google Earth, um livro sobre o Antigo Egipto e um quarto de hora...), congregou uma série de provas inabaláveis, na sua visão... Tais factos foram, na altura, descritos aqui, num dos posts emblemáticos do Geometrias Variáveis.

A dada altura, tendo conhecimento de miúdos e toxicodependentes aliciados por uma senhora de Lisboa para trabalharem numa gruta, percebi que alguém tinha passado à acção e iniciado a busca de uma pirâmide egípcia soterrada, numa das freguesias da Ilha Terceira. Quem seria?...

Hoje, na primeira página do Diário Insular (periódico terceirense) percebe-se que Fernanda Durão continua o seu labor, numa iniciativa que, pela forma ilegal e pouco cuidada como está a ser realizada, coloca em risco as vidas dos arqueólogos instantâneos que nela trabalham...


É só a mim que me ocorrem as palavras "internamento compulsivo"?...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Uma via verde para a catarse...


Corriam os loucos anos nineties e, eis senão quando, psilipe, nas suas deambulações interiores da aborrecência (termo excelente aprendido com a querida R.), descobriu este álbum, Só, do Jorge Palma. E, desde aí, sem que, hoje, perceba muito bem porquê, esta música continua a ter um papel absolutamente catártico... Dois versos que gosto particularmente:

Fiz a cama na encruzilhada,
e chamei casa a esse lugar...

E o pensamento do dia é...

Puta que pariu, tenho limites.

Se gostam de psilipe...

... queiram fazer a seguinte promessa. Agradece-se que a repitam em voz alta, para facilitar a sua memorização...

Se o dia em que psilipe ocupar um qualquer cargo político na área da Política Social chegar, irei pegar num qualquer objecto afiado e espetá-lo aqui (psilipe está a apontar para a sua jugular)... Se tal acontecer, é um sinal inequívoco de que psilipe está em sofrimento e agradece que o mesmo seja terminado o quanto antes.

A gerência agradece.

As fofinhas poltronas do quotidiano...

E o que custa, para uns quantos seres humanos, passar a repousar os seus digníssimos traseiros em assentos mais desconfortáveis? E quando as fofinhas poltronas estão, estrategicamente, colocadas de forma a que se consiga estar entre os pingos de chuva, mesmo nas alturas de tempestade?

Competência a valorizar, num exercício de inteligência social?... Característica a lamentar, pela forma como conduz a uma vitória triunfal do individualismo sobre a partilha e comunhão?... Aceitam-se achegas para que psilipe possa configurar o seu GPS interior. Que bem precisa.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

Que grande foca...

Agradece-se, de uma forma incomensurável, que não se apresentem fotografias, imagens ou, em última análise, um exemplar vivo de uma foca à Mariana, em público.

Digamos que ela, no seu processo de aprendizagem das vocalizações, tende a trocar uma das letras da palavra "foca" por um "d". Não, não lhe sai "doca".

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Revista de imprensa...

Os senhores do Diário Insular, diário local da Ilha Terceira, acharam piada ao texto que publiquei há uns dias e colocaram-no no jornal de hoje... Foi giro. Mas bem irónico foi o facto de o mesmo ter saído, lado a lado, com um dos arautos da social democracia regional a procurar eternizar as querelas estéreis político-partidárias entre PS e PSD, num texto desprovido de qualquer teor construtivo... Diria mesmo, a expressão de uma fina ironia...



PS: a gerência agradece ao sr. O.D. a sua password para acesso à versão online do jornal... Eu e mais uns quantos! ;)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Um record....

...o número de vezes que fiquei doente este ano. Quer-me parecer que estou a começar a aquecer para acrescentar um ponto ao record anterior. Quando a cabeça não tem juízo,...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sim, os nossos rebentos também adoecem...

Quando as coisas das quais gostamos, que damos como adquiridas, onde nos projectamos apresentam enfermidades, chegamos ao território da ansiedade, do receio pelo futuro mais próximo e do temor da perda.

O nosso rebento mais recente, nos últimos dias, começou a apresentar uns sintomas estranhos que nos preocuparam, especialmente porque, há uma semanas, já tinha estado uma semana de molho a recuperar de um problema na coluna*. Uns estalidos quando mudava de direcção, um mal-estar em movimentos que, anteriormente, fazia sem problema nenhum e aí vai um progenitor aflito para junto dos especialistas que dominam as formas de recuperação destas maleitas. É uma sensação estranha quando nos separamos para que possam realizar um primeiro diagnóstico, enquanto assinamos o papel na recepção. O que poderá acontecer? Um problema sério que leve a mais um período de inactividade? Uma questão simples que apenas precise de um "aperto"?

Passavam os segundos e nada... A ansiedade acumulava-se, enquanto os especialistas passavam e outras pessoas, preocupadas como eu, caminhavam em círculo ostentando um ar carregado e preocupado, em simultâneo à chegada de novas pessoas com problemas para resolver, debitando queixas e dados pessoais na recepção.

Quinze minutos, meia hora... Finalmente, novidades! O MiTo está bom, outra vez. Bastou um aperto num tensor da coluna de direcção... Que alívio!



* Da direcção...

sábado, 15 de outubro de 2011

15 de Outubro: o dia da Amputação?...

O ano de 2011 fez-me chegar às três dezenas de anos. Sou casado e tenho uma filha de 22 meses. A única dívida que temos, cá em casa, corresponde a uma prestação mensal inferior a 8 por cento do nosso rendimento médio, uma vez que sempre fugimos ao crédito fácil, mesmo nas alturas iniciais (apertadas) da nossa saga terceirense.

O único verdadeiro luxo que cometemos, nos últimos tempos, foi a compra de um carro novo (o nosso MíTico carro!), sobre o qual conseguimos não pagar qualquer prestação mensal e que correspondia a um sonho antigo nosso. Viajamos quando podemos, comparamos preços no supermercado, aceleramos menos para poupar gasóleo (ok... mais a patroa, esta parte), apagamos luzes desnecessárias em casa, ensinamos hábitos de poupança à miúda, tentamos poupar todos os meses para uma qualquer eventualidade e resistimos a gastos apetecíveis, mesmo quando a conta bancária o permitiria.

A vontade de procurar um futuro comum que permitisse constituir uma família, difícil de vislumbrar em Coimbra, levou-nos a sair da terra que amamos para uma terra distante e desconhecida, que apropriámos como nossa, mas que, pela inexorável insularidade, nos obriga a inúmeros sacrifícios pessoais, académicos e profissionais, numa opção de vida que poucos aceitam assumir por medo ou simples comodismo. Temos procurado aproveitar as hipóteses de trabalho que nos surgem e procurado aproveitar outras formas de rendimento mensal que conseguimos capitalizar.

Consigo afirmar, com um grau considerável de certeza, que não cometemos, no passado ou no presente, nenhum dos pecados que levaram a todo este cenário galopante de caos económico-financeiro e de convulsão social, quer na nossa relação com o dinheiro, quer com a sociedade, quer com o trabalho. Contribuímos para o índice de natalidade e, mais importante que isso, para o índice de felicidade do país ao enriquecê-lo com a Mariana. É pacífico para mim que contribuímos para que a economia nacional evoluísse e para que a nossa jovem democracia se consolidasse.

Leio os jornais de hoje e acompanho o movimento dos indignados e, constatando as imagens das manifestações no dia de hoje, percebo que é suposto que, enquanto jovem adulto, pai de uma bebé, me sinta indignado, enfurecido contra tudo e todos. Não me sinto. Sinto-me amorfo, sinto-me preocupado, sinto-me, mais do que indignado, amputado. Amputado de uma perspectiva de futuro sólida, amputado do sentido de esperança nesta coisa chamada Portugal, amputado de um sentimento de doce tranquilidade ao contemplar o futuro e o crescimento da Mariana. Amputado de uma perspectiva agradável do presente e do futuro para a qual fiz a minha parte e que é posta em causa pela voracidade daquilo que se anuncia publicamente (com rostos fechados e soturnos que mimetizem um dos patrimónios nacionais, a culpa, tão socialmente aceite), pelos buracos que se descobrem, pelas coisas que “afinal” existem no emaranhado das contas de um país gerido como uma mercearia de bairro.

Fiz, temos feito a nossa parte. O que não me, nos impede de nos vermos ancorados a um presente e futuro dependente de decisões draconianas que alimentam uma austeridade autofágica em quem ninguém acredita, que cada vez menos é contemplada como uma solução, cada vez mais vista como um mero paliativo para um enfermo sofredor e terminal.

Para quê? Porquê? Who knows?...

É oficial...

... não percebo um caralho deste país.

Uma das melhores sensações do mundo...

...é quando ficamos contentes pela felicidade das pessoas de quem gostamos muito. psilipe passou por isso há uns minutos e gosta, mesmo, disso.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Com o novo Orçamento de Estado...

... será que os jogos de futebol, enquanto actividade privada, terão que passar a ter cento e vinte minutos, no lugar dos tradicionais noventa? Mal por mal, ora aí estaria a única coisa boa daquilo que ouvi hoje nas notícias.

O país e o mundo no Correio da Manhã...

Um dos meus guilty pleasures é, de quando em vez, navegar no site do Correio da Manhã e avaliar os afamados critérios editoriais do periódico... Hoje encontrei esta pérola. O que será mais relevante para a ordem mundial: o defecador em série, o vibrador assassino ou o animal com problemas de identidade? Cristo...

domingo, 9 de outubro de 2011

Mais uma Segunda-Feira...

Mais uma semana em que a vida de psilipe se converte numa gigantesca sala de espera. Daquelas em que não há senha, nem perspectiva temporal de resolvermos as questões que nos afligem.

O último acto do circo madeirense de hoje...

E, quando parecia que não podia piorar, eis que surge José Manuel Coelho, a encerrar com chave de ouro (ou de bolo de caco) o circo madeirense de hoje... A frase é retirada do Ionline de hoje e fazendo fé no seu conteúdo, passaremos a ver Coelho a conduzir a sua Toyota Hiace com uma imaculada veste branca e menos alimentadito do que tem andado... Aqui fica...


 "José Manuel Coelho garantiu que se o PSD nacional e regional "quiserem impor o plano de resgate", o PTP vai opor-se e vai "apelar ao povo para fazer desobediência civil como o Ghandi fez na Índia."



=



Paga, psilipe...

Ver as imagens da festa do PSD-AJJ nas ruas do Funchal passou a custar-me ainda mais quando me lembrei que, provavelmente, uma parte da mesma é paga por mim.

Separados à nascença?

Sou só eu que acho que o jornalista João Gobern é o "long lost brother" da artista plástica Joana Vasconcelos?..

Um tour gratuito a Ouadagoudou by AJJ

psilipe nunca tinha ido a África. Até hoje. E tem que agradecer não à Interpass (a quem agradeço que deixem de me ligar para oferecer prémios), mas a Alberto João Jardim.

A conferência de imprensa de vitória (?) de Alberto João Jardim pela forma como decorreu, pela forma como foi um exemplo paradigmático do calibre político e humano da pessoa em questão permitiu-me um tour gratuito pelo Burkina Faso.

Como é bela África, a Mãe África, como diria Carlos Pinto Coelho. Ou, como diria o meu cicerone da minha viagem ao Burkina Faso, esta África é "very nice". Ou então, não.

O novo logótipo da Comissão Nacional de Eleições...

Enquanto decorre mais um dia "normal" de eleições na Madeira, em que se transportam votantes em carros do Estado e se oferecem licores nas assembleias de voto, aqui fica a sugestão para o novo logótipo da Comissão Nacional de Eleições...

  CNE: Connosco Nada está Errado...

sábado, 8 de outubro de 2011

Os contras de viver na Terceira...

Retomando uma velha saga do GV, em que este vosso escriba, quiçá procurando resolver o seu conflito interior de deslocado açoriano, procura discorrer sobre os prós e contras da sua estadia na Ilha de Jesus, aqui fica o relato de mais um contra...

Enquanto aguarda pela chegada das suas pérolas de territórios continentais, e atendendo ao estado menos agradável da cozinha do seu castelo e à falta de vontade para tarefas domésticas ao Sábado de manhã, psilipe decide lançar âncora numa esplanada para almoçar e ler o jornal* do dia. A esplanada encontra-se com facilidade, a refeição é tomada, junto com o jornal i de Quinta-Feira... Sim, por estes dias o jornal dia consegue ser obtido numa altura em que o dia seguinte já está em exercícios de aquecimento, em resposta ao declínio da jornada do dia em questão. Caraças, nem o jornal de Sexta?!...

* Sim, um dos prazeres de psilipe é ler enquanto toma refeições, o que o leva a conflitos, interiores e/ou exteriores, quando os repastos são partilhados com outros.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Presumo que não seja para leccionar Alemão...

Professor precisa-se, mas cigano - Sociedade - Sol

Como é bonito o amor fraternal...


Comentário* no Youtube, num vídeo do Noddy.

* Sendo que o pior, ou não, que apanhei até hoje foi, mais ou menos, este: "o Ruca... um puto tão novo e já com cancro". Perdoai-me.

Sim... psilipe também sente saudades.

Importam-se de repetir?...

Em Julho, numa sessão ordinária da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, o Vice-Presidente do Governo Regional, num aparte, referiu que "não falava com deficientes", enquanto se dirigia à bancada do PSD açoriano... Na passada semana, o Secretário Regional da Presidência, igualmente num aparte, referiu que o PSD Açores é "amigo dos nazis".

Primeiro ponto: a ser verdade, a probabilidade de o presidente do PSD Açores poder ser um alemão com deficiências evidentes aumenta exponencialmente... a morena Berta Cabral que se cuide.

Segundo ponto: é nestas alturas que fico contente que muito do que se passa nos Açores não chega aos restantes compatriotas. Sempre se poupam umas vergonhas.

Terceiro ponto: numa altura em que os Açores se esforçam por proceder a uma inteligente, e esperamos que justa, demarcação da Madeira e dos apaniguados de Jardim, estas alminhas atingem níveis altíssimos de ridículo e expõem-nos a estas vergonhas. Vá lá, pelo menos (ainda) não se deixaram fotografar em trajes menores.

Quarto ponto: são estas alminhas penadas da democracia que decidem o futuro da Mariana?... Cristo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E puff...

... num instantinho, numa pisquinha de tempo conseguiram terminar com uma ambivalência interna que durava há meses. Gracias (ou não).

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A campanha eleitoral na Madeira: um dia esquisito...

Hoje foi mais um dia em que a campanha eleitoral na Madeira foi, amplamente, difundida na comunicação social nacional, sedenta de mais um soundbyte do Mobutu Jardim... Mas, para além do folclore garantida habitual, houve alguns factos ou acontecimentos que o tornaram esquisito.

Vejamos:

- pudemos ver Jardim a partilhar uma inauguração com Mário Nogueira da FENPROF, tendo este, após o evento, procurado justificar-se com o mesmo à vontade com que o Sporting fala do joelho do Izmailov;

- constatámos um Presidente do Governo Regional a participar activamente, mais do que seria de supor e do que democraticamente seria exigível, na inauguração de uma sede, aparentemente, faustosa de um Sindicato;

- constatámos que o número de inaugurações diárias duplicou, de duas para quatro (pelo menos para já...);

- o Bloco de Esquerda também já distribui jantares e Brisa de Maracujá nos comícios (não seria melhor ter cem pessoas no comício e manter uma inestimável coerência e honestidade), para conseguir ter menos de quinhentas pessoas num comício madeirense;

- conseguimos perceber que o Governo Regional irá apresentar, publicamente, uma análise às contas do Governo Central para desmascarar as contas públicas nacionais e legitimar os seus desvios... What the fuck?! Ou, num registo bem português, já chegámos à Madeira ou quê?!;

- Jardim referiu, para sua defesa, que a sua governação gerou património para a Região... Foi estranho e atípico, pela primeira vez, concordar em absoluto com ele. Gerou um património incomensurável para Jaime Ramos, por exemplo... E para muitos outros madeirenses de renome...;

- analisar as fichas técnicas das sondagens na Madeira permite perceber que quase metade dos inquiridos não assumem uma opção numa sondagem imparcial, anónima e desinteressada... Lá calhou, num acaso do destino;

- Jardim vocifera que ninguém tira as obras à Madeira... Mas usa um critério bastante díspar em relação aos custos e encargos das mesmas;

- o PND vocifera que Jardim é um ditador, Jardim finta a forma como Cavaco questiona a sua governação, enquanto o Partido dos Animais defende que em Portugal os animais "são acorrentados e maltratados";

- comprovámos que pela duração da pré-campanha e da campanha eleitoral, ninguém está a governar a Madeira... Só pode ser assim, atendendo à apertada agenda eleitoral do Governo Regional, e ao número de elementos da comitiva do Mobutu Jardim que o acompanham na gincana de placas de bronze datadas de Setembro e Outubro de 2011 com o nome de Alberto João Jardim. Mas isto não é propriamente uma novidade do dia de hoje... É uma constante de há muitos anos na Pérola do Atlântico.

Amanhã há mais...

A simbologia das coisas...

Descobri hoje, quiçá tarde, que os protestos contra o desgoverno grego e contra as políticas vigentes de austeridade galopante* têm um símbolo, um ser que se tem distinguido pela perseverança e presença constante nas acções de protesto, num combate sem tréguas por um país, por uma sociedade mais justa e digna.

Convosco, Loukanikos. Não, não é um distinto líder político, anarquista ou de extrema-esquerda. É um simples rafeiro que, como comprovam as imagens, se tem mantido na linha da frente da contestação.






Ter um canito rafeiro na linha da frente da contestação, identificado por um país como um símbolo da mesma, dá que pensar e permite um conjunto de raciocínios bem engraçados... Mas é, concerteza, algo carregado de simbolismo.

Pela minha parte, e da mole humana que o aprecia no Facebook e na imprensa internacional, segue a proposta de Loukanikos para uma futura candidatura ao Governo Grego. Por um lado, dificilmente teria pior desempenho do que os actores políticos que têm frequentado os lugares de topo do país que, ironicamente, criou a Democracia e, por outro, seria bem mais capaz de mostrar os dentes aos senhores do FeMi (como diria Passos Coelho). De uma forma que eles nunca esqueceriam...

* Ou, vistas as coisas por um certo prisma, uma visão do futuro, a médio prazo, do nosso Portugal.

Um lindo, lindo filme...

Uma singela apresentação de um dos territórios da vida de psilipe, enquanto alquimista da mente e aprendiz de feiticeiro...

Empresa na hora, simplex e afins...

A realidade, o confronto com as evidências concretas e objectivas, tem o terrível condão de, por vezes, golear as ideias pré-concebidas e/ou construídas sem que nunca as coloquemos em causa. Simplesmente damos como adquirido aquilo que nos dizem, que nos dão como real, concreto e exequível.

No mundo da comunicação política, somos confrontados com um conjunto alargado de soundbytes e de slogans que, pela forma como são martelados estrategicamente, nos levam a construir uma determinada imagem do país, do seu funcionamento e do seu grau de evolução humana e tecnológica. Fomos bombardeados com frases, discursos e elaborações sobre a forma instantânea e "simplex" como qualquer empreendedor poderia abrir a sua empresa... Seria fácil e imediato fazê-lo através do mundo internáutico, num assomo nacional de modernidade e eficiência administrativa.

Tentem fazê-lo nos Açores, e depois conversamos... E perceberão, tal como eu, que o conceito de "empresa na hora" passa, basicamente, pelo conceito de ter de estar numa quantidade generosa de sítios a uma certa e determinada hora. Penso que aquilo que se pretendia, e que nos foi vendido como adquirido e como uma vitória política, não era bem isso... Certo?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Odeio chavões...

...principalmente nesta altura em que algumas frases feitas são repetidas de forma acrítica e sem grande processamento de informação. Mas, infelizmente, os últimos tempos da vida de psilipe têm demonstrado, de forma cabal, que há coisas que acontecem "só neste país". Vá, se calhar também acontecem na Grécia ou no Burundi.



PS: esta música, e o álbum onde surge (Ligação Directa), não são grande espingarda. Mas este senhor é o maior.

A propósito dos concursos públicos...

Aqueles que têm a sorte, ou o azar, de partilhar os tempos mais recentes da vida de psilipe têm tido noção das suas aventuras no mundo dos concursos públicos...

Existe uma música dos Mão Morta onde consta a seguinte frase "a frescura das maçãs matinais encerra segredos insondáveis" (ou algo do género); psilipe tem percebido que, tal como as maçãs matinais, os concursos públicos encerram, também, mistérios insondáveis, em que a incompetência de alguns, se cruza com o desespero de outros e com uma suposta inexpugnabilidade dos concursos ao "jeitinho" e ao tão famigerado factor "C", numa equação, aparentemente, irresolúvel.

E em que as vidas de tantos e tantas se mantêm num inexplicável estado de suspensão e em que, por outro lado, os próprios organismos, que carecem de recursos e de melhorias no seu funcionamento, ficam reféns do seu próprio funcionamento caótico.

domingo, 2 de outubro de 2011

Bebé Mariana: update Setembro '11 - II

Efeméride...

Na próxima Quarta-Feira fará seis anos que psilipe aterrou na Terceira, pela primeira vez, transportado por um avião chamado Amália Rodrigues... O que lhe está a dar muito, muito que pensar.

Sétima Legião

Uma (re)descoberta recente... Graças aos meus parcos recursos de pirata informático*, saquei a discografia completa dos Sétima Legião e tenho-a ouvido com gosto, enquanto conduzo e trabalho. Pronto, sou o único a fazê-lo com gosto, porque a avaliar pelas expressões das pessoas que partilham viagens de carro comigo poderão existir um conjunto alargado de visões dissonantes... Tenho aprendido a valorizar estes senhores que, há que reconhecê-lo, eram músicos de bastante qualidade que se encontravam bem à frente do seu tempo, bebendo influências de outras paragens (Joy Division, Eccho and the Bunnymen, por exemplo) e conseguindo criar uma sonoridade própria.

Deixo aqui quatro menos óbvias (uma vez que toda a gente os conhece por duas ou três canções mais vulgares - Sete Mares, Glória e Por Quem Não Esqueci), que permitem contactar com outras sonoridades destes senhores.

Destaco um álbum chamado "Sexto Sentido", penso que do final dos anos 90, que contém sons bem interessantes e alguns exercícios bem felizes de reinvenção de sonoridades populares portuguesas.






* O que equivale a dizer que foi a patroa que me ajudou a fazê-lo.

Bebé Mariana: update Setembro '11

sábado, 1 de outubro de 2011

Silly season: o saldo final!

No dia 14 de Maio iniciei, aqui no GV, uma análise da pré-época do Benfica, antevendo aquilo que seria a silly-season do clube. Nessa análise prontifiquei-me a enumerar todos os jogadores apontados, enunciados, dados como certos no plantel do clube, para a época que se avizinhava, tendo realizado um ponto de situação aqui.

Podia tê-lo feito com outros clubes, mas, tradicionalmente, e atendendo ao número de apaniguados benfiquistas que compram jornais desportivos, é com os factos, e não factos, que os veraneantes se entretêm enquanto não há campeonato, os políticos rumam em massa ao Algarve e o País esquece as suas dores com doses massivas de solinho na esplanada.

Iniciada a época, já vamos na sexta jornada, é possível fazer o balanço... E chegamos a um número bem interessante: 89 jogadores apontados ao Benfas, no espaço de, mais ou menos, quatro meses, dos quais, apenas, 16 fazem parte do plantel benfiquista.

Foi, de facto, uma bela silly-season... No entanto, se pensarmos num onze construído com "pseudo-reforços", era possível construir um belo dream-team. Ora vejam lá:


Courtois; 
Danilo; Dédé; Mangala; Taiwo;
Oriol Romeu; Quaresma; Drenthe; 
Salvio; 
Brian Ruiz; Leandro Damião

Para o ano há mais! Sim, porque para o ano continuarão a existir três jornais desportivos diários no nosso país.

Ócio...

Psilipe encontra-se a viver um fim-de-semana atípico. Está "solteiro" e sem descendentes por uns dias, uma vez que as jóias da sua vida foram recarregar baterias à melhor terra do mundo. Encontra-se em num período de possíveis mudanças profissionais, o que faz com que a opção trabalhar em casa (que o persegue, quase, desde sempre) se torne menos imediata. A ausência das meninas leva a que não haja necessidade de desempenhar tarefas que, nos últimos tempos, se têm tornado quotidianas.

Em resumo, Psilipe não tem grande coisa para fazer. E descobre que se desabituou do ócio, do desfrutar descomplexado e descomplicado do tempo livre... E odeia isso!

A fina ironia da realidade...

Leio nas notícias que o arquipélago da Madeira está em "alerta laranja"... Nunca nada fez tanto sentido. Antevejo que se prolongue até dia 9 de Outubro. E desejo que se prolongue para lá desse dia.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A-CA-DÉ-MI-CA!

O Feirense, na passada jornada futebolística, arrancou um empate a zero com o campeão tripeiro... Hoje, num resultado bem menos dilatado do que poderia ter sido, a Académica venceu a mesma equipa por quatro bolas a zero.

Se o Feirense empata com o Porto e a Académica goleia o Feirense, isso quer dizer que*...

PS: acho que é um bom dia para passar o cheque de quase trinta contos de quotas de sócio da Académica que tenho em atraso, da minha pessoa e da Mariana, antes que me arrependa...

* Na lógica que seguia em garoto, significaria que a Académica é muitíssimo melhor que o FC Porto. O que, hoje em dia, não será propriamente verdade. No entanto, não deixa de ser engraçado que, caso ganhemos na próxima jornada ao campeão, estaremos à sua frente, à sétima jornada... Nice.

domingo, 25 de setembro de 2011

Hoje foi notícia...

... o início da campanha eleitoral na Madeira que, aparentemente, já decorre há umas boas duas semanas. Esta coisa da Lei Eleitoral é, realmente, uma continentalice.

domingo, 18 de setembro de 2011

Dois olhares sobre a Economia...

...o primeiro sobre a Ciência em si, o segundo sobre o estado da economia (partindo do exemplo americano).



«Caridade sob suspeita» - JN

«Caridade sob suspeita» - JN

Uma notícia que coloca o dedo na ferida do negócio da solidariedade social, actividade essa, tal como outras, muito pouco regulada... Como é fácil, faltando a decência e a humanidade, mercantilizar a compaixão, o amor pelo próximo e, quiçá, a culpa.

Já não há educação...

Onde é que já se viu... Chamar besta negra a uma senhora!

sábado, 17 de setembro de 2011

Fetiches no Jardim

Não... não pretende descrever o enredo de um qualquer filme em que o amor se pratica ao ar livre. Pretendo colocar uma questão muito simples, depois de ver diversas entrevistas de rua no Funchal, na sequência do avolumar de situações de legalidade e moralidade duvidosa na Madeira...

É impressão minha ou a larga maioria dos madeirenses têm um fetiche com obras, estradas, pontes e túneis? É que a argumentação vai sempre dar a coisas que envolvem betão armado. Acho que nem Freud conseguiria explicar isto...

Chiça...

9 de Outubro: Dia Mundial da Negação?

No dia 9 de Outubro, haverá eleições regionais na Madeira... Se com tudo o que tem vindo a público, AJJardim coleccionar a a sua enésima maioria absoluta, não haverá outra opção do que passar a consagrar a data como Dia Mundial da Negação. Certo?

Madeira ou o cortejo triunfal da negação...

A negação pode ser definida, de uma forma simples, como a forma como evitamos pensamentos, sentimentos, situações que, no fundo, sabemos que existem no nosso mundo interior. Recordações, projecções ou idealizações que evitamos, que fingimos que não existem para preservar o nosso mundo interior, a nossa integridade enquanto seres e que usamos, normalmente como forma de protecção, para salvaguardarmos o nosso Eu e para o protegermos daquilo que o pode ameaçar. No fundo, um mecanismo de defesa que pode ser fundamental para a preservação da nossa saúde mental.

Na Madeira, aparentemente, a negação funciona, prova que pode ser ilimitada e que, efectivamente, tem um poder que não deve ser subestimado... Fica provado, igualmente, que a negação pode ser, não só um mecanismos de defesa individual, mas um mecanismo de atraso civilizacional, utilizado por uma larga maioria de pessoas que conseguem fazer da total relativização de evidências um desporto regional... Que, concerteza, não se torna desporto olímpico por culpa dos bastardos do Continente e dos Açores.

Realmente, e parafraseando um excelente trecho do filme American Beauty, de Sam Mendes: "never underestimate the power of denial..."


PS: e, como se não bastasse, a enfermidade contagia outras personalidades nacionais...

PS 1: há realmente silêncios que conseguem ser ensurdecedores...

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Não me parecia senão bem!

:.: Éder: «Ganhar ao Benfica na Luz» - Académica - Jornal Record :.:

Enquanto psicólogo...

... considero que tenho o dever de dar o exemplo. Devo, utilizando todas as minhas potencialidades e forças, procurar corrigir as minhas facetas que gerem enviesamentos que alterem, da pior maneira, o meu processo de construção da realidade. Devo abandonar as tentações do pensamento dicotómico e evitar as armadilhas do perfeccionismo. Mais do que uma opção, é uma obrigação!

Assim sendo, tenho que reconhecer que, não sendo perfeito e ideal, estar em quarto lugar, à quarta jornada da Superliga, depois de ganhar quatro a zero a uma equipa que participou nas competições europeias é do caraças!

Psilipe gost4 disso!


domingo, 4 de setembro de 2011

Flores # 11


Pormenor de uma das lagoas das Flores

RTP Açores - I

Quando uma conjuntivite nos obriga a ficar em casa num Domingo à tarde, com a televisão ligada, percebemos que, no fundo, o mundo passava bem sem vinte e quatro horas por dia de RTP Portugal...

Novos rumos de psilipe

Um deles passa por aqui...

sábado, 3 de setembro de 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Uma singela analogia

Cheira-me que Coronel Kadhafi está como o bom senso no Sporting... Em parte incerta.

Uma pérola...

... encontrada no Compêndio das Fuças.


Priceless.

Um pouco de etimologia...

Quando os nossos petizes estão adoentados com febre, percebemos o real significado do rótulo "antipirético"... Um xarope que se converte num inimigo incansável da febre para que os pais não "pirem" da cabeça. Graças a Deus (e ao Ruca, Pocoyo e Noddy Santo).

A Santíssima Trindade de psilipe

Pocoyo, Ruca e Noddy Santo... Ou a forma como o youtube e afins se constituem como panaceias para a conjugação terrífica entre Mariana, infecção nas vias respiratórias, um vírus indeterminado, uma sopinha, a necessidade de ingerir sopinha, o curso de um desenvolvimento psicomotor (felizmente) muito bom e a capacidade de dizer (verbal e não-verbalmente) as três letras constituintes da palavra "não" pela ordem certa. Com til incluído.

Esperemos que melhore amanhã...

Corvo # 6


Ilha do Corvo, perto do porto.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Corvo # 5


Vista de Vila Nova do Corvo.

Não há mais casas no Corvo, além destas. Sim, é muito pequeno. Sim, é muito estranho. Sim, gostava de lá viver uns meses para perceber a(s) dinâmica(s) hiper-insulares do Corvo. Sim, a Mariana não me deixaria fazer semelhante loucura. Sim, mesmo que ela deixasse o Vitor Gaspar não permitiria tamanho devaneio. Sim, quero lá voltar.