sábado, 23 de fevereiro de 2013

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana (e com a sua mãe)... - XVI

Em casa de ferreiro, espeto de pau.

Que uma mãe competente consegue, por vezes, ser bem melhor a operacionalizar, sem dar por isso, os fundamentos parentais do que um psicólogo enviesado pela preocupação com o seu rebento.

Uma sorte. Um orgulho.

Tu és um cavalo de corrida...

1 - Nunca pensei que a expressão "bife com ovo a cavalo" pudesse configurar uma inusitada redundância.

2 - Nunca pensei que chegasse o dia em que a música "Cavalos de corrida" pudesse ser o tema genérico de um programa de culinária televisivo. Se o Gordon Ramsay aprende português...



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Prontes, portantes...

Como se pode comprovar aqui, o fair-play é, mesmo, uma treta (cheia de laca). O respeito e a educação, pelos vistos, também (com a mesma laca).

A irracionalidade inerente ao jogo da bola não perdoa tais devaneios rasteiros e asquerosos.

É uma pena.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Dentro de ti, ó cidade...

"Grândola, Vila Morena" cantada numa das manifestações de hoje, nas Puertas de Sol, em Madrid.

Como faz falta a fraternidade, proclamada pelo tão nosso Zeca Afonso, nos dias de hoje. Como faz falta que o povo ordene, nem que seja um, por um bocadinho.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Há dias...

... que são Claramente melhores que os outros.

psilipe é tio de uma Clara. psilipe tem o coração cheio.

psilipe tem, ainda mais, orgulho na sua irmã.

A princesa insiste que tem uma "barrigona cheia de bebés" como a tia tinha. psilipe tem, com vinte anos de antecipação, um arrepio de frio.

psilipe regressa a 2013.

psilipe começa a preparar-se para o aumento de sugestões, insinuações e pressões que acontecerá, a partir de hoje, para que aumente a sua prole.

Bring it on!

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XV

Que é muito divertido jogar "chutebol" com o seu pai.

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XIV

Que a mais vulgar das coisas não tem que estar condenada à insignificância. 

Que o quotidiano mais trivial pode ser algo mais do que banal e monótono.

Que um conjunto de degraus podem ser, se nós deixarmos e por um ou outro segundo, um bolo com vários andares.


Que esse bolo fica bem mais giro quando, como nos bolos dos noivos, lhe colocamos uma princesa em cima.


Que é bem giro imaginar.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quereis participar num desafio? Quereis que psilipe adivinhe o nome do vosso (próximo) rebento?

Muitos daqueles que aqui vêm já experimentaram as delícias que resultam da contribuição para o aumento dos índices de natalidade do nosso pequeno burgo. Experimentaram, também, as dúvidas na escolha do nome da criança, inquietos, quiçá, pelas consequências de tal decisão no seu futuro, procurando evitar todas e quaisquer rimas, bem como nomes que remetessem para pessoas de quem não gostam assim muito ou que preferiam não ter conhecido... A ideia de um próximo rebento traz à tona todas as essas mesmas questões, de forma inexorável.

Muitos daqueles que por aqui passam ainda não contribuíram para os índices de natalidade, mas, provavelmente, já se terão questionado sobre qual o nome que gostariam de dar a um futuro cachopo ou cachopa.

O GV, em mais um exercício de serviço público, propõe o seguinte desafio... Simples e de utilidade incomensurável, como não poderia deixar de ser!

Vossas senhorias deverão indicar um número de 1 a 90, seguido de outro número entre 1 e 45, na caixa de comentários deste post.

Recorrendo a uma listagem de todos os nomes registados no ano de 2012, em Portugal, e que contém 90 páginas com 45 nomes cada, resolverei o problema da escolha do nome do primeiro, ou do próximo, filho de vocemessês, indicando qual a graça do petiz, ou petiza, que poderão utilizar. Aliás, que deverão utilizar!

Qualquer questão futura da criança sobre a escolha do nome, será de fácil e indolor resolução... Bastará explicar ao rebento a forma responsável e consciente como psilipe contribuiu para a definição do seu nome, para que toda e qualquer querela ou insatisfação se desvaneçam num ápice, prevenindo culpabilizações desmesuradas a vocês progenitores.

Aqui fica um exemplo... 67, 34. O meu próximo filho chamar-se-á: Hafinato. Bonito... Certo?

Há lá psilipe mais amigo que este?

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Bom Carnaval...

O grande pianista Brad Mehldau mascarado de Thom Yorke. E bem.

Como fazer um queijo suiço em casa...

É fácil, basta seguir, à risca, a seguinte equação:

1 psilipe + 1 berbequim + 1 dose de bricolage + 1 candeeiro de um menino sentado numa lua

(Mas o candeeiro da princesa já está no tecto!)

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O que se aprendeu, hoje, com a Mariana... - XIII

"Pai, não se pode desistir... se desistirmos, não conseguimos fazer coisas..."

Faz sentido. Como seria bom se tal ideia não nos desaparecesse do diálogo interior com tanta frequência. Aliás, com demasiada frequência.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Heróis...

Um texto de José Luís Peixoto sobre Francisco Lázaro, atleta português que faleceu nos Jogos Olímpicos de 1912, em Estocolmo.

No fundo, todos precisamos de heróis.

Paranoid, not Android

Fugir aos instintos mais paranóides, quando passamos demasiado tempo em contextos paranóicos, é um desafio. 

Nem sempre se consegue. 

Nem sempre se consegue Centrar o pensamento nos firmes territórios da racionalidade. 

Ou isso, ou andei o dia todo com o período. Penso que será o primeiro cenário.

  

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Há gatos. E, depois, há a Siena.

Um bicho do caraças. Não... Não me vazou um olho no processo de obtenção das fotos. Sim... Usou da mesma parcimónia nos ímpetos agressivos que aprendeu a usar desde que o seu território foi ocupado pela princesa.








O que aprendeu, hoje, com a Mariana... - XII

Que quando colocamos as duas mãos, ligeiramente arqueadas, nas laterais da cabeça, entre o parietal e o malar, conseguimos obter uns "binópios".

Que  o mundo é bem mais interessante quando visto através de "binópios", aparelho potentíssimo que permite vislumbrar coisas e descobrir segredos nunca antes vistos, que não estão ao alcance do melhor dos telescópios.

Que é simples brincar.



sábado, 2 de fevereiro de 2013

O que se aprende, hoje, com a Mariana... - XI

Que uma princesa de três anos consegue ver o mundo de uma forma mais criativa do que os quadrados dos adultos.

Que uma maçaroca de milho não tem que ser, unicamente, uma maçaroca de milho. Só o é, se não usarmos um dos nossos melhores recursos: a imaginação.

Que existem formas bem mais giras de designar as maçarocas de milho...